A própolis é um daqueles produtos naturais que muitas famílias gostam de ter sempre em casa. Ela aparece na rotina de quem cuida da garganta, de quem busca um reforço natural para o dia a dia e de quem prefere manter por perto produtos tradicionais, práticos e versáteis.

Nos últimos anos, a própolis ganhou ainda mais destaque porque deixou de ser apenas um produto conhecido pela tradição popular e passou a ser cada vez mais estudada pela ciência. Entre os tipos mais valorizados está a própolis verde brasileira, especialmente por sua composição rica em compostos fenólicos, flavonoides e pelo famoso artepelin C, um dos principais marcadores desse tipo de própolis.

Mas antes de falar dos benefícios, é importante entender: própolis não é remédio milagroso e não deve ser usada como substituta de tratamento médico. Ela pode fazer parte de uma rotina de autocuidado, mas pessoas com alergia a produtos das abelhas, gestantes, lactantes, crianças pequenas, pessoas com doenças crônicas ou em uso de medicamentos devem buscar orientação profissional antes de usar.

O que é própolis?

A própolis é uma substância resinosa produzida pelas abelhas a partir de materiais coletados de plantas, brotos, cascas e resinas vegetais. Dentro da colmeia, ela funciona como uma espécie de proteção natural: as abelhas usam a própolis para vedar frestas, proteger a estrutura da colmeia e dificultar a entrada de microrganismos e invasores.

Segundo a Apis Flora, a própolis é formada por material resinoso e balsâmico coletado das plantas, junto com saliva e enzimas das próprias abelhas. A composição pode incluir resinas, compostos fenólicos, flavonoides, óleos essenciais e compostos prenilados, como o artepelin C, especialmente presente na própolis verde.

Esse é um dos pontos mais importantes: a própolis não é sempre igual. A composição muda de acordo com a vegetação ao redor da colmeia, a região, a estação do ano e as condições ambientais. Por isso, duas própolis de regiões diferentes podem ter cor, aroma, sabor e perfil de bioativos diferentes.

Por que a própolis verde brasileira é tão valorizada?

A própolis verde é um tipo especial de própolis produzida a partir da Baccharis dracunculifolia, planta nativa do Brasil conhecida popularmente como vassourinha ou alecrim-do-campo. Esse tipo de própolis é bastante valorizado porque apresenta uma composição rica em compostos fenólicos e tem como um de seus principais bioativos o artepelin C.

A própria Apis Flora informa que seus produtos de própolis verde, como o Propomax® Cápsulas e o Extrato de Própolis Verde, utilizam a própolis obtida a partir da Baccharis dracunculifolia, reforçando a origem botânica desse tipo de matéria-prima.

Na prática, isso significa que a própolis verde brasileira não é apenas “mais uma própolis”. Ela tem identidade botânica, marcadores químicos específicos e grande interesse científico. Uma revisão sobre o artepelin C, publicada na área de fitoterapia, destaca esse composto como um dos fenólicos mais relevantes da própolis verde brasileira e reúne estudos sobre seus efeitos farmacológicos em diferentes modelos de pesquisa.

O que a ciência já estudou sobre a própolis?

A própolis é estudada por suas atividades biológicas, especialmente em relação às propriedades antioxidantes, antimicrobianas, anti-inflamatórias e imunomoduladoras. Uma revisão científica sobre química e farmacologia da própolis descreve que ela contém diversos compostos bioativos e apresenta atividades antibacterianas, antifúngicas, antivirais, antioxidantes e anti-inflamatórias em diferentes tipos de estudos.

Outro trabalho científico sobre propriedades químicas e biológicas da própolis relata que a atividade antibacteriana é uma das áreas mais estudadas, embora os efeitos variem conforme o tipo de própolis, sua origem botânica e sua composição química.

Esse detalhe é essencial para orientar bem o consumidor: não basta dizer “própolis é boa”. A qualidade, a origem, a padronização e a concentração de compostos bioativos fazem muita diferença.

Própolis verde e atividade antimicrobiana

Um estudo publicado em 2017 avaliou extratos de própolis verde e de Baccharis dracunculifolia contra isolados clínicos de Staphylococcus aureus, incluindo cepas sensíveis e resistentes à meticilina. Os autores destacaram o potencial antimicrobiano da própolis verde e de seus compostos, como o artepelin C, em análises laboratoriais.

Isso não significa que a própolis substitui antibiótico ou tratamento médico. O que esse tipo de estudo mostra é que a própolis verde contém compostos com atividade biológica relevante, especialmente em contexto laboratorial, o que ajuda a explicar por que ela é tão pesquisada.

Própolis verde e inflamação

A atividade anti-inflamatória também é uma das áreas mais estudadas. Um estudo com extrato aquoso de própolis verde avaliou modelos de inflamação e apontou efeitos anti-inflamatórios em condições experimentais.

Além dos estudos experimentais, existem pesquisas clínicas com extratos padronizados. Em pacientes com doença renal crônica em hemodiálise, por exemplo, um ensaio clínico randomizado e duplo-cego avaliou o uso de extrato seco de própolis EPP-AF® na dose de 400 mg/dia e observou redução de marcadores inflamatórios, como TNF-α e MIP-1β, em um contexto específico de pesquisa clínica.

Outro estudo com pacientes em hemodiálise relatou que o EPP-AF® foi seguro e associado à redução de citocinas pró-inflamatórias nessa população.

Esses resultados são interessantes, mas precisam ser interpretados com responsabilidade: são estudos em grupos específicos, com doses específicas e acompanhamento profissional. Para o consumidor comum, a mensagem correta é que a própolis verde tem compostos bioativos estudados e pode fazer parte de uma rotina de cuidado, mas não deve ser tratada como cura ou tratamento de doenças.

Própolis verde, rins e estudos clínicos

A própolis verde brasileira também foi estudada em pacientes com doença renal crônica. Um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo observou que o extrato de própolis verde foi seguro e bem tolerado, além de estar associado à redução significativa de proteinúria em pacientes com doença renal crônica diabética e não diabética.

Na versão publicada pela BMC Nephrology, os autores relataram redução de aproximadamente 30% na proteinúria em pacientes tratados por 12 meses com própolis verde, em comparação ao grupo placebo.

Esse tipo de dado mostra que a própolis verde não é apenas um produto de tradição popular; ela também tem sido avaliada em estudos clínicos. Mesmo assim, pessoas com doença renal ou qualquer condição de saúde devem usar suplementos apenas com orientação profissional.

O que é o EPP-AF® da Apis Flora?

Quando falamos de Apis Flora, um diferencial importante é o EPP-AF®, um extrato de própolis padronizado desenvolvido pela empresa. De acordo com a própria Apis Flora, o EPP-AF® é resultado de mais de 30 anos de pesquisa em parceria com universidades brasileiras, como USP, UNESP e UNICAMP. A empresa informa que foram desenvolvidos métodos analíticos para detectar e quantificar substâncias ativas da própolis e comparar atividades biológicas, como atividades antimicrobiana e anti-inflamatória.

A padronização é um ponto importante porque a própolis é uma matéria-prima natural e pode variar muito. Segundo a Apis Flora, ter um extrato padronizado significa buscar maior regularidade na composição entre os lotes, já que a quantidade de bioativos pode mudar conforme a vegetação, estação do ano e ambiente da colmeia.

A linha de extratos de própolis da Apis Flora informa utilizar um processo de padronização exclusivo e patenteado, o EPP-AF®, e a linha Propomax® apresenta versões em cápsulas, líquido, spray, com e sem álcool.

Por que escolher uma marca confiável faz diferença?

Como a própolis é um produto natural, escolher uma marca confiável é fundamental. A própria Apis Flora orienta que o consumidor compre em locais idôneos, verifique lacre e embalagem, observe se há dados de contato da empresa e confira se o produto possui indicação de registro ou regularização pela Anvisa ou pelo Ministério da Agricultura, quando aplicável.

Outro ponto relevante é a estrutura de fabricação. A Apis Flora informa possuir unidades em Ribeirão Preto, com instalações que atendem padrões GMP, além de processos homologados junto à Anvisa ou ao Ministério da Agricultura.

Para um e-commerce de produtos naturais, isso ajuda muito na venda consultiva: o cliente não compra apenas “gotinhas de própolis”. Ele compra procedência, padronização, segurança, concentração e confiança.

Como usar própolis no dia a dia?

A forma de uso depende da apresentação do produto. Existem extratos líquidos, sprays, cápsulas, versões sem álcool, versões alcoólicas, produtos infantis, combinações com vitaminas e opções orgânicas.

O extrato líquido costuma ser diluído em água, suco, mel, chás ou outras bebidas, conforme a orientação do fabricante. A Apis Flora, por exemplo, orienta para o Extrato de Própolis Verde o uso de 30 gotas diluídas em água, suco, mel ou outras bebidas de preferência.

Já o Propomax® Cápsulas tem recomendação de uso diferente: ingerir 1 cápsula duas vezes ao dia ou conforme orientação profissional.

Por isso, a melhor orientação para o cliente é simples: sempre verificar o modo de uso no rótulo do produto comprado. Cada apresentação pode ter concentração, dose e finalidade de uso diferentes.

Própolis com álcool ou sem álcool: qual escolher?

A versão alcoólica é tradicional e muito comum em extratos de própolis. Já as versões sem álcool costumam ser procuradas por pessoas que preferem evitar álcool, por crianças — quando o produto é indicado para a faixa etária — ou por quem busca uma opção mais suave ao paladar.

A linha Propomax® da Apis Flora informa ter tecnologia para manter alta concentração de bioativos tanto no extrato sem álcool quanto no alcoólico.

Para crianças, é importante redobrar o cuidado: não se deve oferecer qualquer própolis sem verificar a faixa etária, o modo de uso e a indicação do fabricante. Produtos infantis específicos, como alguns itens da linha Propomax® Kids, têm formulações próprias e orientações por idade.

Própolis é suplemento alimentar?

No Brasil, o extrato de própolis é reconhecido pela Anvisa como constituinte autorizado para uso em suplementos alimentares como fonte de compostos fenólicos. O documento de perguntas e respostas da Anvisa sobre suplementos alimentares também explica que o extrato de própolis se relaciona às especificações técnicas de identidade e qualidade aplicáveis a produtos apícolas.

Isso é importante para escrever conteúdos de forma segura: no blog e nas páginas de produto, evite prometer cura, tratamento ou prevenção de doenças. Prefira uma comunicação educativa, como: “fonte de compostos fenólicos”, “produto natural tradicional”, “apoio à rotina de autocuidado” e “própolis verde com bioativos estudados”.

Quem deve evitar ou ter cuidado com própolis?

Apesar de natural, própolis não é indicada para todo mundo. Pessoas com alergia a própolis, mel, pólen, picadas de abelha ou outros produtos apícolas devem evitar o uso. Gestantes, lactantes, crianças, pessoas com doenças crônicas, pacientes renais, pessoas em tratamento médico ou que usam medicamentos contínuos devem consultar um profissional de saúde antes de consumir.

Também é importante suspender o uso e procurar orientação se surgirem sinais como coceira, irritação, falta de ar, inchaço, desconforto gastrointestinal ou qualquer reação inesperada.

Como escolher uma boa própolis?

Na hora da compra, observe:

  1. Origem da própolis
    Veja se é própolis verde, vermelha, marrom ou outro tipo.
  2. Padronização
    Produtos padronizados oferecem mais regularidade na composição.
  3. Marca confiável
    Escolha empresas reconhecidas e com boa estrutura de qualidade.
  4. Concentração e apresentação
    Compare extrato líquido, spray, cápsulas, versão alcoólica ou sem álcool.
  5. Regularização e rótulo
    Verifique lacre, modo de uso, validade, dados do fabricante e informações de regularização.
  6. Objetivo de uso
    Para rotina diária, cápsulas podem ser práticas. Para garganta, sprays costumam ser mais usados. Para shots e bebidas, extratos líquidos são versáteis.

A própolis é um produto natural tradicional, versátil e muito presente na rotina de quem busca mais cuidado no dia a dia. A própolis verde brasileira se destaca por sua origem botânica, pela presença de compostos fenólicos e pelo artepelin C, um dos seus principais bioativos.

Os estudos científicos mostram que a própolis verde e extratos padronizados, como o EPP-AF® da Apis Flora, têm sido investigados por suas atividades antimicrobianas, antioxidantes, anti-inflamatórias e imunomoduladoras. Porém, é essencial comunicar esses benefícios com responsabilidade: própolis não substitui tratamento médico e deve ser usada conforme orientação do fabricante ou de um profissional habilitado.

 

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